Não apague incêndios! – Manual prático de obra

Se você é arquiteto, engenheiro, designer de interiores, técnico em edificações certamente já passou por um dilema comum na sua profissão: os problemas que rodeiam o mundo das obras!

Primeiramente, trouxemos alguns questionamentos e se a sua resposta for positiva para alguns deles, temos uma dica valiosa nesse artigo que irá te ajudar a se posicionar melhor no mercado! Mas antes, vamos às questões…

Você sente que não aprendeu o que precisava para lidar com as obras durante a faculdade?

Se você faz projetos, sabe da importância de se compreender os processos que acontecem no canteiro?

Você não consegue ver os seus projetos sendo executados como gostaria?

E se você faz obras sente que tem muito a melhorar?

Já levou algum prejuízo ou sente que passa os seus dias apagando incêndio na obra?

O fato é que você não está só!

Nós dois passamos por mal bocados no início de nossas carreiras e percebemos que muitos colegas também passavam pelos mesmos problemas que a gente! Foram certamente muitas intercorrências, mas dentre essas, não poderíamos deixar de citar:

  • Falta de segurança para ir para o canteiro
  • Medo de não saber o que dizer quando te perguntarem alguma coisa na obra
  • Dificuldade de ter projetos bem executados
  • Baixo faturamento

Se você se identificou com alguma dessas situações você precisa ter acesso ao que vamos te contar daqui a pouco!

Percebemos que tínhamos vários inimigos em comum e de fato nenhum deles era a própria obra!

Apesar dela estar sendo vista como vilã, são outras variáveis que fazem com que OBRA seja sinônimo de DOR DE CABEÇA!  

Hoje vamos te falar quais são!

Cada vez mais, são profissionais capacitados no mercado de pequenas e médias obras que os clientes procuram! O mercado está cada vez mais exigente!

Mas como estar preparado para atuar nesse mercado?

Já percebeu que esse mercado está nas mãos da informalidade né??

Bom, queremos que você lembre de uma frase agora:

Aonde há amadorismo, há oportunidade!

Dito isso, vamos em frente…

Você e seu cliente certamente já ouviram falar na expressão “o barato que sai caro” e é isso que acontece quando se decide arriscar no mundo das obras sem planejamento, acompanhamento esem um olhar técnico! Preju…

E aí nós te perguntamos, quem quer ter prejuízo?

Ninguém, né?

Seu cliente certamente não quer passar por isso e nem você! E é aí que você, como PROFISSIONAL entra!

Quem nunca passou pela situação de ter correr para a obra porque aconteceu algo muito fora do planejado?

Como é possível mudar essa “máxima” de que obra representa problema?

Ter passos bem mapeados e checklists de obra são um dos fatores que te trarão um padrão a prestação do seu serviço! E padrão, no mundo dos negócios, é sinônimo de qualidade! Padrão de qualidade é algo que já distingue muito profissional de amador.

Agora, já imaginou ter acesso a um resumo do que aconteceu com a gente nos últimos anos?

Uma das coisas mais importantes em qualquer profissão é a prática, é estar no campo de batalha!

Sabemos disso porque vivemos na pele diversos problemas que nos fizeram crescer muito…papo de mãe: “Ou aprende pelo amor ou pela dor!”

E de fato, nós passamos por diversos obstáculos no mundo das obras, já levamos prejuízos na casa dos muito milhares de reais! E isso não desejamos para ninguém.

Nós queremos dividir com você nossas principais dicas, que consideramos fundamentais para quem quer encarar com propriedade e profissionalismo o mundo das obras, dar os primeiros passos rumo à obra!

Sabemos que esse compilado de dicas e estratégias poderia ter feito TOTAL diferença no início das nossas carreiras!

Pensando nisso, desenvolvemos o MANUAL PRÁTICO DE OBRAS, um conteúdo prático, como o próprio nome diz (rsrs), para ser implementado imediatamente no seu dia-a-dia!

Preparamos esse conteúdo para te ajudar a melhorar a sua relação como profissional com o mundo das obras! É para ter certeza de que o mundo das obras não é um bicho de sete cabeças!

Você pode baixar o MANUAL PRÁTICO DE OBRAS (gratuitamente) clicando aqui!

Em se tratando dos maiores problemas que os profissionais encaram sobre as obras, um deles é ter um Portfólio de Obras executadas!

Você deve estar se perguntando, mas qual a importância da obra na construção do meu portfólio?

Como fazer com que meus projetos sejam bem executados?

Uma das possibilidades é assumir o gerenciamento da obra. Essa possibilidade garante a você, ao seu cliente e a outros parceiros seus, obras bem executadas e sem dores de cabeça!

Nesse artigo você ainda vai ver essa e outras dicas pedradas que você verá de forma mais aprofundada no MANUAL PRÁTICO DE OBRAS:  

Obras

Para encarar as obras na sua forma mais completa é preciso planejamento e muita atenção!

Liste todos os serviços que serão realizados, equipes necessárias e faça um levantamento de quantitativos e custos, afinal já imaginou o dinheiro acabar no meio da obra?

Não deixar o cliente “órfão”, como costumamos dizer, é dar todo o suporte necessário para que ele tenha segurança no serviço que contratou e consiga ir do projeto até a finalização da obra.

É possível oferecer essa segurança? SIM!

Algumas possibilidades

Muitas vezes o cliente precisa apenas “tirar alguma dúvida” sobre o que ele irá precisar de verdade, ou que caminhos ele deverá seguir para alcançar o seu objetIvo.

Para isso tenha clareza de qual é a melhor opção para aquele cliente. Você pode oferecer várias soluções, por exemplo visitas técnicas (com quantidade específica e data para acontecer em contrato) ou consultorias.

Liste produtos a serem oferecidos ao final de cada serviço, como: relatórios, diários de obra, medições e etc. Ou seja saiba produtizar a sua entrega, torne o seu serviço algo mais palpável e concreto para seu cliente, isso gera muita segurança e satisfação.

Mas um dos pontos mais importante que devem ser levados em consideração é o planejamento! Não vá, em hipótese alguma, para o que chamamos de campo de batalha sem que todos os passos estejam mapeados e planejados!

Antes de ir para o canteiro de obras, certifique-se de que você está preparado para iniciar aquela obra. Para isso, todos os projetos devem ter sido estudados, revisados, e os projetos complementares também já devem estar em mãos.

É na etapa de planejamento que você irá confeccionar o seu cronograma real de atividades!

Com datas e prazos reais para os serviços acontecerem!

Outro ponto super importante, e que certamente é o maior responsável pela fama das dores de cabeça em obras, é o dinheiro, ou a falta dele!

A grande, e esmagadora, maioria das obras paralisadas no Brasil foi por falta de recurso financeiro.

E aqui vai uma dica pedrada: como você pode se valer de um dos maiores problemas do setor para te ajudar a vender seus serviços e ainda tornar a experiência com seu cliente melhor? Como eu posso reverter isso a meu favor?

Nós te contamos!

É você quem será o responsável por trazer o cliente à realidade, mostre em números o quão onerosa aquela obra será! E aqui não estamos falando necessariamente de estimativas, ok?

É impressionante o quanto isso nos traz autoridade!

Você sabia que existem três principais tipos de orçamento quando o assunto é execução de obras?!

Aproveitando o gancho, lá no e-book entraremos nesse tópico de forma mais detalhada! E se você ainda não baixou o MANUAL PRÁTICO DE OBRAS (gratuitamente) clique aqui!

Voltando a falar do tal “ORÇAMENTO”, basicamente existem três categorias! Usamos sempre o Projeto como ponto de partida pra entender o conceito de orçamento.

Existem orçamentos que são feitos ANTES do Projeto, nesse caso o método que mais usamos é o CUB (explicaremos abaixo); existe o orçamento que é feito DURANTE o Projeto, aqui falaremos sobre Estudo de Viabilidade Financeira (ou Orçamento Preliminar, como preferir); e por fim existe o Orçamento Executivo, que é feito APÓS o Projeto Executivo!

Vamos aos exemplos:

– Custo Unitário Básico (CUB) que vai variar de acordo com os custos de materiais e mão de obra da sua região e que pode ser utilizado para estimar o custo de execução de uma obra, mesmo antes do projeto de arquitetura;

– Estudo de Viabilidade Financeiro (EVF) que é uma estimativa gerada em cima de um Estudo Preliminar ou Anteprojeto de arquitetura. É uma boa estimativa para o cliente de quanto a obra irá custar e pode permitir ao arquiteto fazer as alterações necessárias para se adaptar melhor à demanda e disponibilidade financeira do cliente;

– Orçamento Executivo que é feito depois do Projeto Executivo (isso inclui todos os complementares) finalizado, é o orçamento final da obra, e é portanto mais preciso quanto aos custos!

Ah, lembre-se disso sempre:  os orçamentos são SERVIÇOS e devem ser cobrados como tal! Não faça orçamento de graça.

Realmente acreditamos que uma mudança no mercado é possível e quando nós profissionais nos unimos, o mercado só tende a crescer!

Quem mais tem a ganhar com essa mudança? Os clientes, a sociedade e os profissionais da construção civil.

Se você que mudar a sua experiência como profissional no mercado das obras, esse certamente é um conteúdo que fará a diferença! Se ainda não baixou, clique aqui!

Esperamos que você tenha gostado desse artigo! Não deixe de nos dizer o que achou, deixe um comentário aqui nessa página que será um prazer te responder!

Forte abraço e até a próxima.

Rafa e Alex

#BORAnaOBRA

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